As Campanhas mais Divertidas do Esporte

O recente acordo entre Anderson Silva e o Burger King rendeu um primeiro e bem humorado comercial. Nele, Anderson aparece cantando de terno e luvas, com uma voz feminina (motivo de chacota para muitos), se declarando para um produto da marca. Como citei em outro texto sobre este acordo, a comunicação que ditaria o ritmo do patrocínio, uma vez que a união esporte + fast food não combina. Mas, no primeiro momento, o Burger King acertou em cheio.


A irreverência em campanhas é muito explorada por marcas que esperam impactar seu público e se consolidar na mente do consumidor. Porém, ela deve ser tratada com cautela. O humor no marketing pode levar a um contentamento de grande parte do público, mas há aqueles que possam sentir-se constrangidos.
No campo esportivo, o humor tem o limite de não ferir torcedores e equipes adversárias (no caso de esportes coletivos), ou até mesmo outros públicos que não o dele. Deve-se partir da seguinte premissa: a imagem da empresa deve estar sempre em primeiro lugar, sendo assim, a mensagem da ação nunca deve sobrepô-la.
Desta maneira, acima de qualquer retorno e criatividade, deve-se ter bom senso. Mas fato é que campanhas esportivas que levam pro lado bem humorado têm grandes chances de eternizarem e virarem cases de sucesso para as marcas.
Alguns exemplos de campanhas que, pelo lado bem humorado, ficaram na memória de muitos fãs do esporte:
Maradona e Guaraná: Em 2006, prestes a ter início a Copa do Mundo na Alemanha, a partir de seu patrocínio ao Brasil, o Guaraná fez uma propaganda utilizando craques da seleção como Ronaldo e Kaká. Mas a surpresa ficou para a presença de Maradona cantando o hino nacional e vestindo a camisa da seleção brasileira, despertando em sua cama como se tudo não tivesse passado de um pesadelo. Muitos podem ter visto o comercial como uma “heresia” ao ver Maradona com a camisa da seleção, mas o humor se faz (e muito) presente.


Mercedes e Red Bull: A Mercedes mostrou seu espírito esportivo deixando de lado toda a rivalidade que envolve a F1. Para marcar o retorno da temporada de automobilismo deste ano, a escuderia fez um comercial muito bem humorado com as presenças de Michael Schumacher, Nico Rosberg (ambos pilotos da Mercedes) eMika Häkkinen, ex-piloto e bi campeão da F1. Após troca de gentilezas entre os atuais pilotos, ao final do vídeo, Häkkinen presenteia ambos com uma lata de Red Bull, em total referência a escuderia campeã da última temporada.
Djokovic e Head: Novak Djokovic, atual número um do ranking da ATP, é reconhecidamente o jogador mais carismático do circuito. Sua marca registrada é por diversas vezes imitar a mania de outros tenistas em quadra. A Head, uma de suas principais patrocinadoras, pega carona no estilo fora das quadras de Djokovic e coloca em campanhas com o atleta. Destaco duas: as variadas recepções de um ponto praticamente perdido, onde ele brinca com uma modelo e uma senhora da platéia, e o recente vídeo em que Djokovic imita Maria Sharapova, que também é atleta da Head.


etafe e torcedores: Em recente campanha por novos torcedores no estádio, após pífia média de público na última temporada espanhola, o Getafe desenvolveu uma ação incentivando seus torcedores a doarem sêmen para gerar novos torcedores ao clube. A união de futebol e belas mulheres, apimentou a campanha.
Estas quatro campanhas, cada uma com seu toque especial, mostram diferentes tipos de humor. Rivalidade entre países, espírito esportivo (ainda que eleve o concorrente), irreverência de um atleta e uma solução inesperada. Nestes casos, o humor foi utilizado com inteligência e respeito, ingredientes essenciais em uma campanha de sucesso.
fonte: br.esportes.yahoo.com

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