FINANÇAS PESSOAIS E SUSTENTABILIDADE


FINANÇAS PESSOAIS E SUSTENTABILIDADE


O conceito de sustentabilidade é relativamente recente. Na década de 80, Lester Brown, fundador do Worldwatch Institute, definiu comunidade sustentável como aquela capaz de satisfazer às próprias necessidades sem reduzir as oportunidades das gerações futuras. O tema tem sido palco de amplas discussões no Brasil e no mundo, entretanto, há um aspecto pouco discutido: a sustentabilidade das finanças da família. E não se trata apenas de salvaguardar empregos, mas de como ser capaz de suprir as necessidades atuais sem comprometer a capacidade de atender às necessidades futuras da família.    
Nesse período que antecede às festas de final de ano, especialmente o Natal, tem início a busca desenfreada por presentes: amigo secreto do escritório, da escola, da família, lembrancinhas para os amigos, gorjeta “mais gorda” para prestadores de serviços, brinquedos novos para os filhos, troca de móveis, de computadores, de celulares, de eletrodomésticos etc. Inúmeras são as desculpas para as compras de Natal. As mesas são exageradamente fartas e muito se desperdiça nesses períodos de festas, num sinal de que a sustentabilidade não passa por aqui. As pessoas comem até quanto conseguem como se tivessem que fazer uma reserva de calorias para os demais dias da vida; bebem para esquecer as más lembranças do ano e exageram na comemoração daquele que chega como se fosse o último trago de suas vidas.

Nessa perspectiva, a família se esquece, muitas vezes, de dar um destino mais racional ao 13º salário, como a quitação de dívidas, cobertura do cheque especial e provisão de muitos valores que chegam com o novo ano (matrícula e material escolar, IPVA, IPTU, entre outros). A irracionalidade das compras torna-se comportamento-padrão ao invés de uma reflexão em família para acertar o compasso do grupo, estabelecer metas, traçar objetivos conjuntos.

Na ânsia de viver o presente, as famílias deixam de pensar no futuro e apresentam aos filhos maus exemplos de desperdício e consumo desenfreado.

Assim, que tal pensar duas vezes antes de fazer as próximas compras de Natal? Que tal reunir a família e propor um Natal sustentável, comprando apenas o realmente essencial e dando amor e carinho no lugar de presentes?

( A vida cobra ainda mais $$$ e os Pais não convivem mais com seus filhos a politica da educação mudou menos amor e mais compensação com coisas materiais, sem falar da falta de uma orientação religiosa que define a moral esquecendo o verdadeiro sentido do natal assim o mundo vai ficar ainda mais cruel pois sem compaixão pelo próximo não á sociedade)

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